domingo, 22 de janeiro de 2017

Eles disseram...

Precisamos de menos discurso e mais recurso – Pedro Taques – Governador do Mato Grosso – sobre o Plano de Segurança Nacional

O sujeito entra no presídio e não tem muito como resistir a entrar na facção – Lincoln Gakya – Promotor responsável pelas investigações contra o PCC – sobre as facções criminosas

Homens e mulheres esquecidos não serão mais esquecidos. Todos ouvirão vocês – Donald Trump – no discurso de posse

Obrigado, sim, nós podemos, sim, nós fizemos – Barack Obama em despedida da Presidência dos EUA

A sua presença e o seu exemplo ficarão como um rumo do qual não nos desviaremos – Cármen Lúica – Presidente do STF – sobre Teorei Zavascki

Foto: Barack Obama

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Saudades da "axé-music"


Lembro de ter sido um crítico não muito benevolente com a axé-music quando da sua explosão entre nós, carnavalescos. Embora o carnaval se acabasse na quarta feira, mas não para os programadores musicais das emissoras de rádio da cidade que continuavam tudo como dantes, se a vida fosse uma festa, um eterno carnaval.   

Tempo que seus artistas se tornaram empresas desceram do trio e pularam para os palcos das festas e das televisões e não havia como fugir de seu tum,tum, tum era massacrante, uma tortura a que sucumbimos até o próximo carnaval.

Mas, axé music produziu discos que hoje recordo com saudades de um tempo que foi bom, muito bom, em que pese os excessos e a reclamação dos tímpanos a cada ano. Impossível negar qualidades a Magia disco inicial da carreira de Luís Caldas, com o grude de seu Fricote.  

E segue com Olodum e o Faraó em gravação de Margareth Menezes e Banda Beijo com Barracos ainda com Netinho nos vocais. Banda Eva ao vivo, Canto da cidade de Daniela Mercury, Cheiro de amor ao vivo, Banda Reflexus em seu primeiro disco e a voz potente de Marinês em Madagascar Olodum etc. Saudades da axé-music!

Foto: Ilustrativa

"Axé music" - Foi um rio que passou em nossos carnavais


A repercussão nos cadernos culturais da grande imprensa em torno do filme Axé – o canto do povo de um lugar, lançado ontem em todo país, mostra a força que teve a axé music na música brasileira a partir do pontapé inicial de Luís Caldas

Como era de se esperar, pois não é novidade o preconceito, a discriminação dos críticos, há em todas essas reportagens um pouco de depreciação, de desqualificação até, de seus artistas, que só mesmo um furacão, como foi essa música baiana, para se impor e fazer o que foi feito numa maré incontrolável.

A importância de axé music, hoje em declínio e substituída por outros modismos, é inegável e, o saldo foi bom, mesmo que hoje se manifeste ressentimentos, queixas, individualismo exacerbado entre eles, foram revelados grandes artistas, músicos talentosos que seguraram a onda e sobreviveram em outras vertentes musicais.

Foto: Ilustrativa  

Lampião voltou!

Em todo este drama vivido pelo Rio Grande do Norte e as rebeliões em seus presídios, por razões mais que óbvias o Secretario de Segurança do estado está sempre nas redes de televisão dando entrevistas, explicando as providências tomadas, pedindo socorro enfim. 

Chama a atenção nestes seus contatos com a imprensa o seu forte sotaque nordestino, assim como o seu linguajar com termos peculiares à região, nada mais que natural.

A naturalidade se estende ao seu nome, Virgolino Ferreira, homônimo ao de Lampião, o Rei do Cangaço e que continua em seu gabinete, onde repousa como objeto de decoração um chapéu de couro semelhante ao que o bando usava em suas andanças, suas diligências, digamos assim, pelo sertão nordestino. 

Pelo sim, pelo não os rebelados deveriam pensar duas vezes, ou mais, antes de suas desastradas ações, pois o “ômi” não tá brincadeira não, e pode querer fazer jus ao nome num momento de pressão.

Foto: Ilustrativa

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Jardins sem partido


O quarteto do mal: Burle Marx, Engels, Lenin e Stalin

O gabinete da primeira-dama Marcela Temer anunciou o plano de reformar inteiramente os jardins do Palácio da Alvorada, concebidos pelo pintor e paisagista Roberto Burle Marx

A iniciativa integra o programa de incentivo à plantação de hortas urbanas encabeçado por dona Temer, que pretende substituir toda a vegetação ornamental do Alvorada por espécies comestíveis. A campanha que divulga o programa estampa a foto de Marcela ao lado da frase: “Comida tá cara? Que comam briófitas!”

Em entrevista à rádio Jovem Pan, a primeira-dama afirmou que “os jardins da presidência não podem ter partido”. “Poucos sabem, mas Burle Marx é sobrinho-bisneto de Karl Marx”, ensinou Marcela. “Por isso, se não tomarmos providências, há o risco de as plantas ornamentais do Alvorada transmitirem males como o comunismo e o feminismo.”

Fonte: The Piauí Herald