domingo, 31 de julho de 2016

Eles disseram...


Acordo toda manhã em uma casa construída por escravos, e vejo minhas filhas, duas garotas negras, brincarem em seu gramado –Michelle Obama – primeira dama dos EUA – em seu discurso na convenção democrata.

Estou quase colocando um canguru na frente do prédio pra fazer com que eles se sintam em casa – Eduardo Paes – Prefeito do Rio – debochando da reclamação dos australianos com as acomodações da Vila Olímpica.

O mundo está em guerra, porque perdeu a paz – Papa Francisco – em entrevista – falando da guerra de interesses, de dinheiro, não de religiões

Por que não posso sair, ir para a balada? – Neymar – jogador de futebol – em resposta ao repórter que questionou seu comprometimento com a seleção.

Rússia, se vocês estão escutando, espero que possam encontrar os 30 mil e-mails perdidos (de Hillary Clinton) – Donald Trump – candidato republicano dos EUA – sugerindo que a Rússia espione a sua adversária.

Foto: Michelle Obama

sábado, 30 de julho de 2016

Pipoco no arraiá


Não será por falta de bombas, foguetes e rojões que os candidatos que fizeram convenção ontem, na “cidade alegre”, deixarão de ser eleitos. Um pipoco só, de fazer inveja as comemorações juninas, onde não mais se toca forró, xaxado e baião; não se acende mais fogueiras, muito menos se solta balão, conforme a ditadura dos novos costumes imposta pelos sertanejos de butique.

Creio mesmo que a indústria de fogos de artifícios direciona agora sua produção, para eventos não necessariamente juninos, tal a mudança no contexto dessas festividades, mas para conquistas de títulos de equipes de futebol, comemoração de vitórias futebolísticas, celebrações religiosas enfim, as convenções partidárias em época de eleições, como agora. 

Devendo estas ditas convenções, em que os convencionais não apitam nada, mas apenas seguem o chefe, o grande filão dessas indústrias de pirotecnia, tal impressão que causa no eleitorado e nos adversários que avaliam a possibilidade de vitória do seu oponente, a partir do alvoroço causado. Pode ser...

Foto: Ilustrativa

Meu nome é Gal

A identificação dos tropicalistas com a Jovem Guarda foi parte do projeto de antropofagia musical do grupo ao reafirmar que Roberto e Erasmo também faziam música brasileira, assim como Luis Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Paulinho da Viola, rompendo o pseudo bom gosto que os bossanovistas achavam velar pela pureza de nossa música.


Assim, o primeiro disco de Gal, excetuando Domingo ainda impregnado da sonoridade que os tropicalistas abandonariam a seguir, traz a regravação de Se você pensa e uma música de Roberto e Erasmo feita exclusivamente para ela que é Vou recomeçar. 

Mas, é no disco seguinte, com Meu nome é Gal, que a dupla “jovem guarda” faz um apanhado das preferências e influências de Gal numa confissão dessas identificações em que sua garganta se aproxima da de Janis Joplin em quase todo o disco. O momento exigia que assim fosse.

Vídeo: Youtube

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Caça ao mandato

 Charge: Angeli

Assim não pode, assim não dá


Assustados com os problemas estruturais da Vila dos Atletas, membros da delegação do Estado Islâmico protocolaram uma reclamação oficial. “Não há energia elétrica para gravarmos vídeos. O Whatsapp é bloqueado a toda hora. A cidade está infectada pelo zika. Além disso, as ciclovias desabam sozinhas, sem interferência de explosivos”, reclamou Abadila Yousseff. “Assim não dá para fazer terrorismo de primeiro nível!”

Inspirado pela resposta de Eduardo Paes à delegação australiana, Yousseff prometeu que o prefeito acordará amanhã com uma cabeça de canguru em sua cama. Quando descobriu que Anitta cantará na cerimônia de abertura dos Jogos, ​Yousseff decidiu voltar imediatamente para a Síria. “Não tem como competir com esses brasileiros”, bufou.

Texto: The Piauí Herald

Juntos outra vez


Uma das atrações da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos – Rio-2016, no Maracanã será a apresentação de Paulinho da Viola, que cantará o Hino Nacional, com Gil e Caetano.

Desde a festa do Réveillon de 1996 que eles não se encontram, depois da apresentação conjunta que contou ainda com Milton, Chico e Gal, que a relação entre os três ficou estremecida. Tudo pelo que se apurou depois ter sido o cachê de Paulinho da Viola inferior aos demais.

Uma discriminação inaceitável e inadmissível, por serem artistas da mesma importância e grandeza. Creio ter sido ganância do empresário que articulou a encontro.

Foto: Paulinho da Viola

Além do arco-íris


Formação de um duplo arco-íris depois de uma tempestade na cidade de Gryon, na Suíça.
Foto: Estadão

Astros democartas


Hillary Clinton junta-se ao presidente Barack Obama no palco durante Convenção Nacional do Partido Democrata, na Filadélfia

Aliás, a julgar pelas celebridades que compareceram ao evento, como Meryl Streep, Sigourney Weaver, Paul Simon, Alicia Keys, Lenny Kravitz, a democrata Hillary sai na frente, se comparados aos famosos tipo BBB, que se fizeram presentes na convenção do republicano Donald Trump.

Foto: Estadão