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sábado, 28 de janeiro de 2017

Rico e careca


Na ordem do dia em todos os jornais e emissoras de televisão, por razões bem distantes do glamour de quem já foi um dos homens mais ricos do mundo, agora se sabe em parte o porquê, por mais que tentasse nunca dotou a sua silhueta de uma boa aparência capilar.

Dinheiro a rodo, negócios do arco da velha, parceiros de fundo, e raso também, lastro financeiro que não foram suficientes para fazê-lo encontrar uma peruca que lhe caísse bem na testa, digamos assim. Uma perucazinha de loja chinesa, cujos fios sintéticos saltam aos olhos e estão sempre mal-acomodados em seu telhado. 

Pelas fotos se percebe que elas são muitas, tal a variedade de tons, de cor, corte, mas igualmente vagabundas. Mostrando que o dinheiro é tudo, menos para os carecas que parecem não dispor de um "personal" qualquer coisa, para lhe mostrar o caminho do espelho, de um salão de implante, por exemplo. 

Quem sabe como aquele que fez florescer no telhado de um certo senador alagoano, fios e fios ao vento, mesmo usando um avião da FAB, em seus deslocamentos para várias as sessões em Recife. A beleza é fundamental, ainda que à custa de um avião da FAB.

Foto: Ilustrativa

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

A crise é feia

A crise avança feia sobre a beleza e a vaidade feminina, que com o nó na garganta abriu mão dos cuidados do salão de estética para salvaguardar outras prioridades. É o que admite uma em cada duas mulheres de terem se afastado da escova, da chapinha, da prancha, do colorido das suas madeixas, para não comprometer ainda mais o já combalido orçamento

Segundo o instituto de pesquisa Data Popular que ouviu mais de 5.000 mulheres em todo país, constatou que a tragédia se abateu em cheio sobre os cremes e alisantes de qualquer mafuá embelezador. 

Foto: Ilustrativa

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

O melhor lugar do mundo é aqui, e agora

A bonita jovem Miss Ceará, eleita a mais nova Miss Brasil em concurso realizado neste final de semana em Fortaleza trouxe à tona mais um dos muitos preconceitos que de vez em quando se manifesta contra os nordestinos. Do sotaque, ao estereotipo de uma gente feia que habita o Ceará, por exemplo, nada ficou para trás como forma de menosprezo e descaso com todos nos que fazemos, orgulhosamente, parte desta região brasileira. 

Como já se conhece esta gente, é fácil identificar de onde partem as agressões, já que elas se originam sempre da mesma região que imagina ser o centro do país, mas que a cada final de ano chegam por aqui à míngua de nossa hospitalidade, da generosidade de nossa gente, da beleza da nossa região. Mas, como somos diferentes mesmo, não a diferença que aqueles olhos azuis de colonizadores veem, sempre estamos a dispensar a atenção imerecida, o carinho que não carece de retribuição, a abraço fraterno de que somos capazes aos nossos detratores e algozes. 

Podem chegar a casa é sua, pois talvez um dia, ou nunca, aprendam que o melhor lugar do mundo é não ter lugar, onde tudo é de todos, brancos mulatos, pardos e amarelos.

Foto: Miss Brasil 2014

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Filme de Buñuel, obra de Gaudi ou tela de Miró

Todo esse derramamento de poesia e encantamento é dirigido a bela Alexia Putellas, jogadora do time de futebol feminino de Barcelona, uma espécie de Messi na habilidade, na mais que merecida homenagem prestada pela banda mineira Skank, em seu mais novo disco. 

Alexia é uma das mais belas e talentosas atletas do futebol feminino mundial. "Menina mulher da pele branca/Com classe de quem sabe a arte de jogar bem futebol/A bela da tarde com charme encanta"

Aos 20 anos, Alexia brilha no campeonato espanhol e abre caminho na seleção espanhola em conquistas de títulos dentro e fora da Espanha. Quem sabe Alexia não se encaixaria (não tenho dúvidas, pelo menos tinha o que se ver) nesta equipe do Vitória ou mesmo no time "meia boca" do Flamengo. Te cuida Marta!

Foto: Alexia Putellas

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Cabelo hidratado, futebol descorado

Na véspera da acachapante goleada da Alemanha contra o Brasil, o salão de cabeleireiro do Hotel Ouro de Minas, onde a seleção se hospedou, estava com seus horários todos ocupados. 

Os clientes? Onze jogadores do Brasil, que queriam cortar ou hidratar os cabelos. Daniel Alves, por exemplo, gastou mais de uma hora e meia na cadeira da cabeleireira, ajeitando as laterais do corte. 

Foto: Daniel Alves
Fonte: O Globo