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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Balançando as coisas

A designer de jóias Sílvia Blumberg vai lançar uma linha de pingentes eróticos. Desenhou peças com as formas de bumbuns, seios e até pênis e vagina, que irão adornar colares, brincos e pulseiras.

É uma homenagem ao Dia do Sexo a ser comemorado (e como!) em 06 de setembro. Desconhecia o dia e a celebração, mas faz sentido, também, sacolejar nos braços, pescoços e orelhas os objetos de desejos.

Foto: Pingentes

domingo, 16 de agosto de 2015

Palhaçada!

Essa expressão “complexo de vira lata” que Nelson Rodrigues cunhou para designar a inferioridade com que nos vemos diante do mundo, daquilo que imaginamos ser o ideal do bom gosto, sofisticação e cultura está sempre fazendo vitimas entre a língua portuguesa.

A ideia de que o inglês nos faz superiormente culto e bem informado, às vezes nos leva ao ridículo quando pretere o português pelo inglês, por exemplo, em casas comerciais, eventos, lançamentos de moda e por aí afora. Os paulistas talvez sejam campeões da pateteice alienígena, utilizando quando necessário ou não, principalmente não, a língua inglesa para as suas casas de shows, boates, eventos de moda etc.

Agora, para efeito do lançamento da Primeira Semana dedicada a moda para Mulheres Negras, o elegante empreendedor do evento fez o batismo do seu mafuá como África Plus Size Fashion Week Brasil. Palhaço!

Foto: Ilustrativa

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Como uma nota de 30

Três anos depois de fazer a cirurgia de mudança de sexo, Lea T, confessa: “Não me acho bonita. Evito olhar minhas fotos, não acho que estou com essa bola toda. Mas, também não sou das que choram diante do espelho”.

Aos 34 anos, a modelo internacional filha do ex-jogador Toninho Cerezo foi eleita pela Forbes americana, no inicio do ano, uma das 12 mulheres que mudaram a moda italiana, por ser a primeira modelo transgênero a posar para uma grande grife.

Foto: Léa T

domingo, 15 de março de 2015

Pelo leite das crianças

A bela e milionária modelo brasileira, Gisele Bundchen vai dar por terminada, em abril deste ano, a sua passagem iluminada pelas passarelas de todo o mundo. A despedida se dará na São Paulo Fashion Week, evento de moda realizado  anualmente na capital paulista

Como ninguém não é bobo nem nada, o afastamento das passarelas não significa a sua ausência nas campanhas publicitárias, que continuarão como dantes na exposição de sua beleza e tornando cada vez mais obesa a sua conta bancária.

Foto: Gisele Bundchen

quinta-feira, 12 de março de 2015

Pochete, você ainda vai ter uma


Símbolo do mau gosto, da cafonice e da deselegância nos anos 90, a pochete voltou segundo os estilistas de moda, estes profissionais que vivem reciclando o que passou por falta de imaginação, criatividade ou coisa parecida, em tentar o novo.. É mais do mesmo, só que um zíper aqui, um botão ali, um penduricalho qualquer e um preço nas alturas, como convém aos senhores da moda e dos modismos e, um contingente de consumidores otários e atentos às últimas novidades das novelas globais. 

Nunca fui um seguidor de modismos, já que uso sempre o que gosto e que me faz bem, sem muita preocupação em destoar da banda dos contentes, mas confesso já ter sido tragado por um tsunami global. Sempre elas, as novelas globais como fio condutor daquilo que é ou será moda e que deve ser usado por todo rebanho. 

Estava no ar a novela Cavalo do aço e, a indústria calçadista em provável conluio com o núcleo produtor da novela, urdiu o lançamento de uma linha de sapatos masculinos chamada, coincidentemente, de “cavalo de aço”. Tive um como tantos e todos, em todas as festas em que estivemos e, usávamos. Salto alto, como estes sapatos ou botas de neo-sertanejos, tipo mocassim, em que a parte frontal era cravejada de pequenas estrelas de aço ou flandres, que me parecia ter um chão de estrelas aos pés, algo como a célebre canção de Silvio Caldas.   

Quanto à pochete atravessei incólume ao seu assédio, embora aquele meu primeiro celular Motorola talvez só coubesse mesmo em uma pochete, tais as suas dimensões. E eu aqui recolhendo “o que Luzia ganhou na horta”.

Foto: Ilustrativa