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domingo, 27 de agosto de 2017

Beco da Síria

A Rua Santa Terezinha, no subúrbio do Rio, é uma passagem estreita por onde se chega à parte alta do Jacarezinho. Suas paredes têm incontáveis marcas de tiros. Nas últimas semanas, o lugar fez por merecer o apelido pouco honroso dado por moradores: Beco da Síria

Armado com uma pistola, um jovem soldado do tráfico fica escorado em um poste na ponta de baixo da pequena via: em cima, um policial militar com fuzil protege a esquina do beco onde fica a UPP. Estão separados por uma linha imaginária, a 50 metros um do outro; de um lado o Estado armado, do outro, uma juventude perdida.

Foto: Ilustrativa

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Mundo afora


A delinquência nacional se espalha pelo mundo, deixando marcas. Um levantamento inédito do Itamaraty revela que há 2.099 brasileiros presos no exterior: 1.066, na Europa, 744 na América do Sul, 730 na América do Norte, 299 na Ásia, 42 na África, 41 na Oceania, 30 no Oriente Médio e 17 na América Central e Caribe

Desses, 46% estão presos preventivamente e aguardam deportação. Quase 80% são homens. Os crimes mais cometidos são narcotráfico, homicídio, estupro, violência doméstica e estelionato

Fonte: O Globo

terça-feira, 6 de junho de 2017

Triste Bahia


Dados coletados pelo Instituto de Pesquisa Aplicada – IPEA em conjunto com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública - FBSP e levaram em conta o período entre 2005 e 2015 e selecionaram os 30 municípios mais violentos do país, considerando apenas as mortes que aconteceram em 2015. 

A Bahia, tristemente, comparece com 04 cidades entre as 10 mais violentas do Brasil, segundo o Atlas da Violência 2017. A saber Lauro de Freitas, Simões Filho, Teixeira de Freitas e Porto Seguro que apresentaram as maiores taxas de homicídios do estado, contabilizando as taxas de assassinatos e mortes violentas com causa indeterminada  a cada 100 mil habitantes. 

Foto: Ilustrativa

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

A raiz da violência


Segundo o líder pacifista indiano Mahatma Gandhi, líder da independência da Índia, dominada pelos ingleses, são sete os erros que a sociedade comete e que causam toda a violência:

Riqueza sem trabalho.
Prazer sem consciência.
Conhecimento sem caráter.
Comércio sem moralidade.
Ciência sem humanidade.
Adoração sem sacrifício.
Política sem princípios.

Foto: Mahatma Gandhi

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Triste Bahia!


Pesquisa do Mapa da Violência do Brasil – 2016 coloca entre as dez primeiras localidades mais violentas do país, 04 municípios baianos, conforme estudo com base nos homicídios com arma de fogo ocorrido entre os anos de 2012 a 2014.

Lamentavelmente, o município de Mata de São João, em cujo litoral se encontra uma das mais belas orlas do estado, lidera a desastrada pesquisa, seguido por Murici e Satuba em Alagoas.

A triste estatística ainda premia o nosso estado com mais três municípios nas 8ª, 9ª e 10ª, a saber, Simões Filho, Pojuca, e Lauro de Freitas que vêm fazer parte da região metropolitana de Salvador.

Foto: Mata de São João - Ba

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Chapa quente


Em Natal, o presente de Papai Noel chegou mais cedo, mesmo sabendo que piadas ou chistes não caibam no inferno em que se tornou a capital e parte do estado do Rio Grande do Norte. Algo impensável pra qualquer cidadão civilizado, destes que passeiam e fotografam a “cidade maravilhosa” neste momento olímpico.

Não prá nós que vivemos ou constatamos em locais próximos ou distantes, a barbárie diária das cidades brasileiras, pouco importa o seu tamanho ou localização. Mas, o fato da Justiça estadual rio-grandense do norte determinar a instalação de uma antena que bloqueie ligações celulares de dentro do presídio ou impeça o recebimento de qualquer mensagens de fora pra dentro, pudesse instaurar o caos no estado, é levar longe demais um delírio paranoico.   

A bela Natal vive dias e noites um pesadelo que parece interminável. Ônibus incendiados, bancos, estabelecimentos comerciais, repartições públicas são depredadas com a fúria de bandos incontroláveis. As forças públicas do estado recorreram à Guarda Nacional como tentativa de frear a onda de violência que paralisou a capital e algumas cidades próximas. O crime dá a ideia de compensar e vencer

Foto: Ilustrativa