quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Por um Futsal olímpico


A inclusão de 05 novas modalidades esportivas para a disputa dos Jogos Olímpicos – Tóquio 2018 reacendeu a questão quanto a exclusão do Futsal entre estes novos participantes. A demanda é antiga e vai desde a aparente supremacia do Futsal brasileiro, várias vezes campeão do mundo, até o desconhecimento da modalidade por potencias esportivas como França, Inglaterra e Alemanha.

O certo é que a briga entre o Comitê Olímpico Internacional e a FIFA não tem tempo pra acabar, já que a associação do futebol internacional não admite a mudança das regras, que são próprias no Futsal, como pretende o COI. E aí a coisa fica neste nível. Uma pena, pois priva a comunidade esportiva internacional a assistir um craque do Futsal, como o brasileiro Falcão, que está demonstrando no mundial da Colômbia, em disputa este mês, uma técnica invejável de grande futebolista. 

Ontem, na partida da seleção brasileira contra o Irã, o nosso craque fez um gol, após uma cobrança de falta, que os iranianos e cada um de nós que assistimos aquela pintura deve estar se perguntando o que foi que houve? Cadê a bola? O que fez Falcão? Tudo, nada ou simplesmente recolher a bola do fundo do gol iraniano para o recomeço improvável do jogo. Pintura, irretocável.

Foto: Falcão

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