quarta-feira, 3 de abril de 2013

E eu aqui...



De volta à solidão, à paz, ao silêncio como um monge ou um místico que precisasse de todo este estado de espírito para a sua travessia de peregrinação pelos caminhos de Santiago da Compostela, por exemplo, mas não, preferia a agenda cultural da cidade que deixei para trás, não sei até quando, nestas idas e vindas.

Gostaria de assistir à inauguração da nova Arena Fonte Nova, dia 07, ou estar presente na plateia do Sesc-Senac no Pelourinho na volta do Projeto Palco Giratório com o grupo Cirquinho do Revirado de Santa Catarina nos espetáculos Júlia e Amor por Anexins que vi recentemente em Morro do Chapéu encenada por um grupo de lá. Ou aguardar na fila da Caixa Cultural a troca de um quilo de alimento não perecível pela oportunidade de ver a grande atriz e cantora Zezé Mota em apresentação nos dias 11 a 14 deste mês com o show musical calcado na obra de Luis Melodia e Jards Macalé.

Sem falar na rara presença entre nós, de Gal na Concha Acústica do TCA com o elogiado show Recanto dirigido por Caetano ou a presença do próprio Caetano, também na Concha no dia 17, ambos espetáculos a preços populares ou acessíveis. É difícil permanecer aqui; tudo dói.
Foto: Zezé Motta

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